Gênesis 37 ao 50

[Notas e Reflexões]

Hoje a minha maturidade espiritual quer algo a mais, quer revelações novas de passagens bíblicas que eu conheço desde pequeno.

Ah! E quão bom professor o Espírito Santo é! Por isso, eu li, e reli, a história de José várias vezes, até que eu captasse o que Ele queria me ensinar.

Quais são os problemas, situações, desavenças que estamos “jogando na cisterna” ao invés de resolvê-los? Pois por menores que eles pareçam hoje, amanhã eles podem voltar ainda maiores.

Afinal, não era isso o que os irmãos de José acharam que estavam fazendo quando venderam-no como escravo? Eles acharam que o “problema José” havia sido resolvido.

Isso me fez pensar em dois aspectos dessa história: a culpa, vemos que por mais que eles odiassem a José, e queriam mesmo matá-lo, assim que as coisas começaram a dar errado, eles sabiam que Deus era quem estava por trás daquilo revelando a maldade deles, portando, se “livrar” de um problema, não significa esquecê-lo.

Observei também que eles eram ansiosos, sempre com um pé atrás, preocupados, as coisas mal tinham acontecido eles já estavam pensando, independente do que fosse, não era coisa boa.

Foi então que o pior pesadelo aconteceu. José está vivo! O problema está de volta, e dessa vez, além de estar de volta, está maior do que nunca, como Governador do Egito.

José os perdoa e não guarda rancor nenhum do acontecido, pelo contrário, ele vê que tudo foi proposito de Deus para assim prover sustento para toda a família.

Analisando o texto, quando Jacó conhece faraó ele tinha 130 anos e falece aos 147 anos, assim que isso acontece os irmãos de José ficam desesperados e preocupados, por isso conversam entre eles e dizem à José que seu pai pediu-lhe que perdoasse seus irmãos pelo o que eles tinham feito e ainda se ofereceram como escravos à ele. Ou seja, eles viveram 17 anos com José, sem paz, ansiosos e preocupados pela reação que ele teria quando o pai deles falecesse.

Aprendi que temos que resolver/encarar as situações que nos aborrecem, por menor que elas sejam, para que assim, vivamos uma vida em paz, sem culpa, livre de ansiedade. E que precisamos “viver o perdão“, se já foi perdoado, não temos que nos preocupar, mas sim esquecer o que aconteceu.

[Oração]

“Espírito Santo, traz a minha memória situações que precisam ser resolvidas, por menores que elas sejam, pessoas que eu preciso perdoar, ou a quem eu devo pedir desculpas. Que eu possa ser pacificadora e que não deixe o ódio entrar no meu coração. Oro para que eu possa viver o perdão, esquecer o que me magoou para assim viver uma vida em paz, sem culpa e sem preocupações e ansiedades.”

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