Se Bolsonaro perder no ano que vem, ele tentará voltar, ou apoiará um dos seus filhos

Nada mais fácil do que governar como o faz o presidente Jair Bolsonaro. Se até aqui não conseguiu fazer grandes coisas, sequer pequenas, foi porque o “sistema” o impediu. Entenda-se por “sistema” as forças poderosas que não querem mudanças.

Se as reformas econômicas que prometeu não saíram do papel, foi porque a pandemia do vírus chinês atrapalhou seus planos, e ele foi obrigado a ocupar-se em combatê-la em tempo integral e à custa da própria saúde e de dinheiro destinado a grandes obras.

Finalmente, se não for reeleito, não foi porque governou mal, nem por causa da pandemia que matou mais de meio milhão de brasileiros, mas porque eleição com voto eletrônico, e sob o comando de juízes de esquerda, facilitou o roubo.

Com o voto impresso, isso jamais teria acontecido. Bolsonaro, portanto, se proporá a voltar na eleição seguinte – se não ele, um dos filhos. Vida que segue – e, no seu caso, com as mordomias de ex-presidente, além da fortuna que construiu, sabe-se bem como.

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